Custos crescentes com licenças médicas, sinistralidade do plano de saúde e sobrecarga de equipes remanescentes.
Profissionais no limite, operando no modo ''sobrevivência'', resultando em queda drástica de produtividade.
Gestores que não sabem com identificar sinais de alerta ou como lidar com crises de saúde mental em seus times.
Desafios para atender às exigências legais (como as diretrizes da CIPA e eSocial) e previnir processos trabalhistas.
Falta de um protocolo estruturado e suporte especializado para agir em momentos críticos.
Benefícios de terapia comum que as pessoas não usam, além da total ausência de dados para tomada de decisão no RH.